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A Lei da Graça

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A Lei da Graça

Mensagem por Jardim Regado em Sex Nov 08, 2013 5:20 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Nos últimos dias tenho conversado com muita gente de Deus a respeito do antagonismo que existe entre a Lei e a Graça.

Isto porque para grande parte daqueles que se aproximam de Deus, a pessoa ainda carrega o sentimento de que é pelo esforço que esta natureza humana, caída em desgraça pelo pecado, herda a santificação e a vida eterna.

Esse pensamento judaico cristão, muito se deve ao apego das igrejas evangélicas às obras mortas do passado, fazendo dos ritos e das cerimônias cristãs, seu costume, sua forma de buscar se justificar a si mesmo diante de Deus e dos homens, numa tentativa vã de aliviar a culpa da própria consciência, fazendo e chamando cerimónias, liturgias, e ritos, de meu Deus. A apenas confiar na GRAÇA redentora, por meio da fé em Cristo Jesus, como o seu único Deus.

Os incrédulos, mesmo aqueles que estão filiados a uma instituição evangélica cristã, que foram aclamados em assembleia, com todos os direitos e deveres pertinentes ao regimento do lugar. É que questionam se o fato de viverem pela GRAÇA, outorga então a eles permissividade para fazerem o que quiserem, uma vez que não estão mais debaixo da lei. Porquanto, apesar de membros de uma instituição cristã, ainda sois carnais, e sem discernimento espiritual do que é experimentar em si mesmo, o dom de Deus, em Cristo Jesus, pela Graça, mediante a fé.

A estes, digo apenas que Jesus não desfez, tampouco deu permissão a qualquer que seja, para que viva ausente de Lei, por causa da Graça. Antes, Jesus cumpriu toda a exigência da lei cerimonial, para que vivamos debaixo na Lei da Graça.

E isto mesmo meus amados. Em Cristo, estamos debaixo da Lei.

Mas, que Lei?

Queridos, antes que viéssemos a existir, para além do tempo, e de todas as coisas objetivas, sejam as dos mundos visíveis, ou as não vistas por nós humanos; ou, ainda, as sujeitas à cronologia humana, e ao tempo. Deus, que é atemporal, numa aliança eterna com o seu Filho amado, Jesus Cristo, fez cair sobre Ele todo o peso do pecado. E isto, mesmo antes de trazer à existência toda a obra da criação, já estando tudo feito, por Ele, por meio Dele, e para Ele.

Deus consumou, na eternidade, mediante o pacto da redenção, a Lei da Vida. De maneira que o que era apenas sombra na Antiga Aliança, aviltada por meio da lei de Moisés. Veio a ser realidade na Nova e eterna Aliança, consumada desde antes fundação do mundo, em Cristo Jesus. O Senhor Soberano daqueles que Creem, a saber: a sua Igreja.

Ou seja, Jesus não desfez a lei. Antes, ele se sujeitou a ela, fazendo cair sobre si, os pecados do mundo inteiro. Pois, para aplacar a ira de Deus de sobre os homens; era necessário que houvesse derramamento de sangue. Para isto, o Cordeiro de Deus se ofereceu para ser, e foi imolado no pacto eterno, onde Deus erigiu a Cruz de Cristo, para a eterna salvação de todo aquele que Nele crê.

A obra da redenção jamais dependeu de quem quer, ou de quem corre por ela. Mas de Deus, que se compadeceu, e que usa de misericórdia, por meio de Cristo Jesus.

A lei cumpriu cabalmente o seu papel na obra da redenção. O de conduzir a Cristo, e Cristo, a Deus.

Assim, o que iniciou na lei através do derramamento do sangue de animais, sombra do trato feito pelo Pai e o Filho na eternidade, e que inicialmente foi representado por ritos e cerimonias da lei. Era apenas figura, um meio tangível para que os da Antiga Aliança fossem levados a Cristo, preparando o caminho do Senhor, até que viesse a plenitude dos tempos. Onde Jesus, o Cristo; Autor e Consumador da fé; se manifestou entre os homens. Sem que isto fosse uma supressa, uma vez que desde sempre, a promessa do Cordeiro Imaculado de Deus em se dar a conhecer aos homens, se cumpriria, se cumpriu, e se cumpre em Jesus. Para que a sua Igreja herde, de Graça e, pela Graça, o dom da Vida Eterna, agora segundo a Lei de Cristo.

O Cordeiro se colocou entre Deus e os Homens, e foi sacrificado. Recebendo sobre si o castigo a qual estava sujeita toda criação; suportando a morte, e morte de Cruz. Para que a Igreja seja Salva, e viva sob a tutela da Lei do AMOR.

Ou seja, Jesus foi morto e ressuscitado por todos desde sempre, a fim de redimir a Igreja. As ovelhas do aprisco. Os chamados pelo Nome do Senhor. Os doentes que precisam de médico. Os filhos da Luz. Sim. Ele morreu para salvar aqueles que haveriam de ser o sal da terra e a luz do mundo. Aqueles que o Pai lhe confiou. Os escolhidos dentre muitos chamados. E que perseveram até o fim. Cujo único soberano é Jesus Cristo. Ele morreu para aqueles que foram e estão selados pelo Espírito Santo da promessa. Extraídos de um tremedal de pecados. Enxertados na árvore da Vida. Que dão frutos de justiça da raiz que é santíssima. Ele morreu para os que retêm a Palavra da Verdade. Que discernem a voz do Bom Pastor das Ovelhas. Que não seguem ao estranho. Cujos corações permanecem cheio de gratidão pela obra consumada desde a eternidade.

Em Cristo, a Igreja está debaixo da Lei. Mas, agora, da Lei da Graça.

Onde Ele é o Supremo Pastor, Bispo, e Sumo Sacerdote da nossa alma.

Único digno de ser adorado. Porquanto na sua morte, aquele que crê, herda a vida, e vida eterna.

Convido você a pensar comigo o que a Graça de Deus em Cristo Jesus não é:

A graça não é permissividade para a devassidão da carne.

Nunca teve como propósito desfazer a lei de Moisés.

Não isenta ninguém de se submeter à Lei de Cristo e a sua Palavra

Não outorga a ninguém direito para a libertinagem.

Não dá imunidade à Igreja para viver ainda na prática do pecado. E isto, mesmo sendo uma comunidade de pecadores.

Não alforria ninguém das aflições pertinentes a esta vida.

Não faz acepção de pessoas.

Não demanda do ser nada para além do que a pessoa é. Ou seja, um pecador perdoado eternamente por Deus.

Não confere a ninguém poderes especiais para nada além do poder de servir e de amar a todos como a ti mesmo.

Não faz especiais, coisas, pessoas, lugares, mesmo os considerados habitats santos.

Não concede primazia a ninguém, nem aos que se fazem maiores do que os demais homens.

Não tem lugar certo para a adoração, e nem se condiciona a ambientes e a ritos especiais.

Não valoriza aos que tentam se purificar a si mesmos, por guardarem fragmentos velhos, pobres, e fracos da lei. Antes, a Graça os humilha diante de Deus, apesar de serem exaltados entre os homens.

Não se instala nos sadios aos seus próprios olhos.

Não objetiva nada para além de fazer do ser que a professa, igual a Jesus Cristo.

Não se restringe às expressões verbalizadas, mesmo as extraídas da Bíblia. Ela é antes um presente que se manifesta nas atitudes, e não apenas de palavras.

Não é uma utopia divina, mas expressão no que creu do AMOR e do PERDÃO de Deus.

Pois, a lei, com seus ritos e cerimônias asseveram: faça isto, e viverás.

A Graça de Deus em Cristo Jesus diz: viva, e então farás.

A lei mata.

A Graça vivifica.

A lei sacrificou o Cordeiro Santo de Deus, por causa do pecado da humanidade.

A Graça o ressuscitou da morte, outorgando VIDA a todo aquele que Nele crê.

A lei premia o melhor.

A Graça salva o pior.

A lei eleva a pessoa diante dos homens.

A Graça levanta os caídos em desgraça pelo pecado, diante de Deus.

A lei faz separação entre o homem e Deus.

A Graça de Deus em Cristo Jesus reconcilia o pecador a Deus.

A lei conduz pelas veredas da morte.

A Graça guia no caminho da Justiça e da vida eterna.

A lei confere ao homem o poder de legislar sobre o seu semelhante.

A Graça outorga a virtude de sofrer dignamente como servo de Cristo e de todos os homens.

A lei faz dos ritos e das cerimônias, o seu deus.

A Graça revela Cristo Jesus como único e suficiente Deus.

A Lei condecora o que merece.

A Graça é um presente conferido ao que não tem qualquer mérito. É dom de Deus.

A lei aponta para a sombra.

A Graça conduz para a realidade.

A lei faz menção a Moisés.

A Graça remete a Cristo.

A lei avulta o sacerdote humano da linhagem de Arão.

A Graça exalta a Cristo, como único soberano e sumo sacerdote da Igreja, sob a ordem de Melquisedeque.

A lei aponta para as benesses a serem recebidas no futuro advindas do esforço humano.

A Graça revela que tudo, desde a eternidade, está consumado em Cristo Jesus, e que não dependeu e não depende de nenhum de nós. É obra de Deus.

A lei imputa o pecado herdado em Adão.

A Graça outorga a Justiça de Deus em Cristo.

Portanto meus amados, neste breve paralelo entre a lei e a Graça. Resta-nos concluir que estamos sob a tutela da Lei da Graça, em Cristo Jesus, o Soberano da Igreja. Para que vivamos acima de tudo na Lei perfeita, a saber: O AMOR.

De maneira que se alguém aspira viver sob a lei. Que viva então pela Lei da Graça. No amor a Deus e ao próximo como a ti mesmo.

Na Lei da Graça. Aquele que ama, cumpriu toda a lei.

Porque sem Amor, nada adiantará.

Outra vez digo: nada.

A estes, que vivem na Lei do Amor, pela graça, nada os poderá separar do Amor de Deus.

Portanto:

É tempo de viver somente por Cristo, somente pela Graça, somente pela fé, e somente pela Palavra.

É Tempo de abandonar as coisas próprias de menino, e crescer na Graça e no Conhecimento de Cristo Jesus.

É tempo de Amar, mas amar de verdade, de toda a tua alma, de tua a força, e de todo o teu entendimento.

É tempo de confiar no AMOR de Deus e, pela Graça, ser expressão de Cristo, da sua vida, e do seu amor. Tendo em nós, ou seja, na Sua Igreja, o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus.

É tempo de deixar de ter a Graça apenas como slogan evangélico cristão. Mas viver por ela, frutificando segundo o dom de Deus, para a edificação da Igreja, anunciado com a Vida a chegada do Reino de Deus.

É tempo de vencer as tentações do mundo, da carne, e do diabo, pela Graça de padecer por Cristo, e não com palavras e discursos. Resistindo firmes na fé, unidos a Cristo e, uns aos outros, em AMOR fraterno, até o fim.

A Graça de Cristo basta ao que crê.

Você crê?

Fazes muito bem.

Aquele que creu, e que permanece crendo, é um bem aventurado, porque tem consciência de que herdou gratuitamente e, imerecidamente, as benesses da Cruz de Cristo, pela Graça, por meio Daquele que gerou fé, para que você creia em Deus, e seja galardoado com o prêmio da vida eterna, preparada aos que hão de herdar a salvação, desde antes da fundação do mundo.

Estes, sim. Eles vivem debaixo da Lei de Cristo.

Porque a Lei da Graça em Cristo Jesus, nos livrou da lei, do pecado, e da morte, desde a eternidade.

Louvado seja sempre o Cordeiro Santo de Deus. Que perdoou, perdoa, e sempre perdoará todo pecado daquele que Nele crê. Pois Ele conhece cada uma das ovelhas, aquelas que haverão de herdar a salvação, desde a eternidade, para Ele mesmo as conduzir em triunfo até o dia de Cristo, sem jamais perder nenhuma delas no caminho, exceto o filho da perdição para que se cumprissem as escrituras.

Se é que você está em Cristo, e que tem o Selo da promessa residindo na tenda do teu coração. Então viva em Amor, glorificando a Cristo, militando dignamente por preservar a unidade da Igreja no vínculo da paz, em nada tendo a própria vida como preciosa, contanto que cumpra cabalmente a GRAÇA de ter sido eleito Igreja Imaculada do Deus Vivo, para testemunho do Nome do Senhor.

Pense nisso.

Em Cristo, em Quem o cumprimento da Lei perfeita, é vivermos em AMOR a Deus e, uns aos outros, até que Ele venha, pela Graça, por meio da fé em Cristo Jesus.

Reginaldo Xavier
Belo Horizonte, 06 de novembro de 2013

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Re: A Lei da Graça

Mensagem por vasuilvan em Sab Nov 16, 2013 6:50 pm


Grato amigo Roberto. Foi muito útil tua dica do horário...

vasuilvan

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